Todos os artigos

Os brinquedos preferidos dos 1 aos 3 anos: o que gostam realmente (e porquê)

Viviana · · 7 min · Atualizado em 18 de julho de 2026
Os brinquedos preferidos dos 1 aos 3 anos: o que gostam realmente (e porquê)
Faz parte do nosso guia completo sobre cuidados com o recém-nascido

Entre 1 e 3 anos acontece algo mágico: a criança deixa de explorar o mundo com a boca e passa a construir, encaixar, fazer de conta e contar histórias. Brincar não é apenas um passatempo, é a forma como aprende a mover-se, a falar, a resolver problemas e a compreender as emoções. A boa notícia? Os brinquedos de que mais gostam nesta fase são, muitas vezes, os mais simples. Eis os que realmente funcionam, divididos por idade, com alguns conselhos para não errar na compra.

12-18 meses: empilhar, encaixar, deitar abaixo

Nesta idade a criança é uma pequena cientista da causa-efeito: empilha, deita abaixo, enche e esvazia sem parar. Não te aborreças, para ela é pura investigação.

  • Cubos e argolas para empilhar: os clássicos empilháveis em madeira ou silicone. Treinam a coordenação olho-mão e o conceito de grande/pequeno.
  • Recipientes para enche e esvaziar: bolinhas, formas, baldinhos. Muito simples e muito adorados.
  • Encaixes de formas: a clássica caixa com o cubo, o círculo, o triângulo. Primeira aproximação à resolução de problemas.
  • Bolas moles: fazer rolar e lançar uma bola é um dos primeiros jogos sociais com a mãe e o pai.

18-24 meses: mover-se, empurrar, arrastar

Agora que já caminha com firmeza, o movimento transforma-se em brincadeira. Os brinquedos para empurrar e arrastar são os preferidos absolutos: dão autonomia e fazem sentir-se “crescidos”.

  • Carrinhos de empurrar: com cubos lá dentro ou na versão “primeiros passos”, ajudam a estabilizar o andar.
  • Animaizinhos para arrastar: o cãozinho com o cordel que os segue por todo o lado é um clássico que nunca sai de moda.
  • Correpasseios sem pedais: os primeiros “veículos” impulsionados com os pés treinam o equilíbrio e as pernas.
  • Primeiros instrumentos musicais: pandeiretas, xilofones, maracas. Ritmo, escuta e muito, muito ruído.

2-3 anos: construir, encaixar, raciocinar

Chega a idade de oro das construções e dos primeiros puzzles. As mãos ficam mais precisas, a concentração alonga-se e a criança começa a planear antes de agir.

  • Peças grandes: os blocos de construção de grande formato (tipo Duplo) são perfeitos para mãozinhas pequenas e estimulam a imaginação e a motricidade fina.
  • Puzzles com poucas peças: a partir de 2-4 peças. Ensinam paciência e reconhecimento de formas.
  • Encaixes magnéticos: peças magnéticas coloridas para construir em 3D, muito apreciadas e que acompanham o crescimento da criança.
  • Massa de modelar: manipular, esmagar, modelar: um verdadeiro bálsamo para a motricidade e a criatividade.

O jogo simbólico: o “fazer de conta” que muda tudo

Por volta dos 2 anos explode o jogo simbólico: a criança imita o dia a dia e dá sentido ao mundo. É o jogo mais importante para o desenvolvimento da linguagem e da empatia.

  • Cozinhas de brincar e conjuntos de tachinhos: cozinhar, servir, “dar de comer” ao peluche.
  • Bonecas e peluches para cuidar: acarinhar, pôr a dormir, consolar.
  • Kit de médico, ferramentas, telefone de brincar: imitam os adultos e os seus “papéis”.
  • Carrinhos e pistas: para inventar viagens, histórias e sons.

Se procuras uma ideia de presente que acompanhe o crescimento da criança, aposta em brinquedos abertos e versáteis, os que não têm uma única forma “correta” de ser usados. Encontra brinquedos educativos dos 1 aos 3 anos na Amazon

Como escolher bem (e evitar o quarto-armazém)

  • Menos é mais. Poucos brinquedos de qualidade superam dez brinquedos que fazem tudo por si próprios. Os brinquedos demasiado “cheios” de luzes e sons deixam pouco por fazer à criança.
  • Verifica a idade recomendada. Não é apenas uma questão de dificuldade: abaixo dos 3 anos, as peças pequenas são um risco de asfixia.
  • Prefere materiais seguros e resistentes. A madeira certificada e os silicones/plásticos atóxicos (marcação CE) duram e podem ser lavados.
  • Aposta nos brinquedos “abertos”. Construções, cubos, animais, massa de modelar: mudam de brincadeira com a idade e duram anos, ao contrário do gadget de função única.

Em resumo

Dos 1 aos 3 anos, os melhores brinquedos são os que deixam a criança fazer: empilháveis e recipientes por volta do ano, brinquedos para empurrar e arrastar perto do ano e meio, construções, puzzles e jogo simbólico por volta dos dois-três anos. Não são precisos muitos brinquedos, mas sim os certos para cada momento. E se estiveres indecisa, lembra-te: um cesto de peças e uma caixa de massa de modelar entretêm mais do que mil gadgets luminosos.

Perguntas frequentes

Que brinquedos são mais adequados entre 1 e 2 anos?

Entre os 12 e os 18 meses funcionam bem cubos e argolas para empilhar, recipientes para enche e esvaziar, encaixes de formas e bolas moles para lançar. Por volta dos 18-24 meses, a criança prefere brinquedos para empurrar e arrastar, como carrinhos de empurrar, animaizinhos com cordel, correpasseios sem pedais e primeiros instrumentos musicais.

Que brinquedos são mais adequados entre 2 e 3 anos?

Nesta idade são ideais as construções com peças grandes (tipo Duplo), os puzzles com poucas peças (a partir de 2-4 peças), os encaixes magnéticos e a massa de modelar. É também a fase em que explode o jogo simbólico, com cozinhas de brincar, bonecas e peluches, kits de médico e carrinhos.

O que é o jogo simbólico e por que é importante?

É o “fazer de conta” que, por volta dos 2 anos, permite à criança imitar o dia a dia e dar sentido ao mundo — por exemplo, cozinhar, cuidar de uma boneca ou vestir a bata de médico. É o jogo mais importante para o desenvolvimento da linguagem e da empatia.

Como escolher um brinquedo seguro e adequado à idade?

Verifica sempre a idade recomendada na embalagem: abaixo dos 3 anos, as peças pequenas são um risco de asfixia. Prefere materiais seguros e resistentes, como madeira certificada ou silicone e plásticos atóxicos com marcação CE.

É melhor ter poucos brinquedos ou muitos?

É melhor ter poucos brinquedos de qualidade: superam dez brinquedos que “fazem tudo por si próprios” à base de luzes e sons, deixando pouco espaço à imaginação da criança.

O que significa escolher brinquedos “abertos”?

São brinquedos como construções, cubos, animais e massa de modelar, que não têm uma única forma “correta” de ser usados: adaptam-se e mudam com o crescimento da criança, durando anos, ao contrário dos gadgets com uma única função.

Comentários

Nessun commento. Scrivi il primo!

Você também pode gostar